Eu já fui muitas de mim nesse curto espaço de tempo embora no passado eu pudesse discernir melhor minhas fronteiras e meus amores, coisa que tem se tornado uma tarefa árdua e cansativa nos dias de hoje. Quando indagada, não sei definir os meus temores e os meus prazeres, me parece que tudo se funde para formar o que eu sou, sem bordas ou divisórias.
Sinto-me com toda essa energia criativa transbordando e não sou capaz de expressá-la ou contê-la. Resta afogar-me em literatura, música e cinema, me identificando com fragmentos artísticos que penso que poderiam ter sido escritos por mim.
quarta-feira, 13 de janeiro de 2010
Cortázar e a Bofetada Metafísica.
O Jogo da Amarelinha (Rayuela), de Julio Cortázar, serviu apenas para que eu me desse conta de como sou ordinária intelectualmente, imatura e despreparada para transcedentalismos.
sexta-feira, 4 de setembro de 2009
quinta-feira, 23 de julho de 2009
Livro da semana.

Nome: A Auto-Estrada (Roadwork)
Autor: Richard Bachman
Observação: Como todas as obras do pseudônimo de Stephen King, A Auto-Estrada é um romance pesado e pessimista.
A Auto-Estrada conta a história de Bart Dawes, um homem perturbado por suas memórias e com a crise em seu casamento, que rebela-se contra a construção de uma auto-estrada que passará tanto sobre sua casa quanto seu local de trabalho.
Como todos os romances de Bachman, A Auto-Estrada é uma obra tensa, pessimista e perturbadora, nos levando a mergulhar na loucura ascendente e incontrolável de Bart, que caminha para um final irrefutavelmente trágico e sem volta.
quarta-feira, 22 de julho de 2009
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